Mamãe era uma pessoa maravilhosa porém muito tímida e submissa.
Fico imaginando quantas coisas poderíamos ter aprendido uma com a outra.
Mamãe acreditava que conversas com filhos deveriam ser amenas e não envolver assuntos de saúde, da vida e familiares.
Ela sofria calada tanto com doenças,com conflitos com o papai ou com filhos.
Hoje, quando sofro com a diabetes doença que ela tinha ,vejo como ela não se cuidou.
Nunca ela falou sobre isso, nem mesmo quando perguntada.
Não sei os remédios que ela tomava ,nome, frequência,nada.
Por isso não tenho como saber se o que sinto ela sentia também.
Gosto mais desta época onde mães e filhos se comunicam.
Mamãe sempre podava minhas amizades.Apesar de tê-las ela não gostava que eu recebesse amigas em casa,tinha ciúmes não sei porque. Sem querer,ela ajudou a que eu não sarasse da fobia social.
Hoje vivemos outra época,outro jeito e eu gosto muito.
Você que gosta de poesia,em forma de letras de músicas ou não e não sabe onde encontrar, não se preocupe, aqui encontrou o lugar certo. Poetas brasileiros e portugueses consagrados. Somos bastante ecléticos para publicar autores conhecidos e nem tanto. O espaço está aberto para todos pois é bastante democrático.
segunda-feira, 27 de junho de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
TRAZE PRA MIM-Barão da Mata
TRAZE PRA MIM
Traze pra mim
O teu verbo mais bonito,
Um olhar apaixonado
E um se-dar tão sem tamanho,
Que eu inspire a vida num prazer tão infinito,
Que o mundo à minha volta mais pareça a poesia
A vibrar pelas esquinas, sussurrar-me lindos versos,
A bailar nas ruas, praças e a brilhar no firmamento.
O teu verbo mais bonito,
Um olhar apaixonado
E um se-dar tão sem tamanho,
Que eu inspire a vida num prazer tão infinito,
Que o mundo à minha volta mais pareça a poesia
A vibrar pelas esquinas, sussurrar-me lindos versos,
A bailar nas ruas, praças e a brilhar no firmamento.
Barão da Mata
domingo, 10 de abril de 2016
Historias que o povo conta.-Maria Lúcia Inocêncio Camargo.
Histórias que o povo conta.
Maria Lúcia Inocêncio Camargo
Não sei porque hoje me lembrei de um caso que ouvi.
Uma senhora tinha vários filhos e um marido muito rígido.
Sua vida com o esposo não era um mar de rosas como se diz.
Ele era grosseiro e se achava o dono da verdade.
Os móveis não podiam ser trocados, eram antigos como peças de museu.
A casa tinha janelões que nunca eram abertos.
Na sala de visitas a lampada era de luz amarela e uma só.Então a casa era muto tétrica com aquela escuridão.
A cozinha ainda tinha fogão á lenha .
Quando chegavam as visitas a mulher tinha que ir para o quarto.
Os filhos não falavam com ela e o marido só falava para dar ordens.
O quarto que reservaram para ela tinha só uma cama patente.Ela tinha que usar urinol, não podia usar o banheiro nem outras dependências da casa que era enorme.
Isso era um castigo enorme!
O que teria feito essa mulher para ser tratada dessa forma?
Um dia ela ficou doente entre a vida e a morte.
Todos desesperados não sabiam o que fazer.O médico disse que ela não viveria muito tempo.
Chamaram o padre. A mulher se confessou e recebeu a extrema unção e um conselho do padre.
Deveria lavar sua alma e relatar tudo o que havia confessado a ele.
A mulher como já se considerava no reino do céu chamou o marido e disse-lhe:-"Me perdoe,não quero morrer com esse pecado tenho um segredo para lhe confessar.
O marido disse -"não precisa contar pois você é uma mulher virtuosa e seu pecado deve ser uma bobagem.Fique tranquila!
Mas a mulher insistiu muito pois tinha medo de morrer com esse pecado pois o padre disse que só a absolveria depois dela falar ao marido.
A pobre insistiu muito e contou que uma vez havia se apaixonado pelo seu cunhado e ele também por ela. Que ela fora feliz com ele , recebera muita atenção e haviam consumado seu amor.
O marido ficou possesso, chamou toda a família, os filhos os vizinhos e o irmão.
Falou que ela era pior que prostituta e que deveria morrer!A mulher como que por encanto não morreu sarou completamente.E vivia assim como se não estivesse ali.Quando chegava alguém ela tinha que se recolher ao seu quarto e os filhos contavam a sua infelicidade. Todos a xingavam de maldita, prostituta e outros nomes que não posso dizer.Quando fiquei sabendo do caso , fazia mais de vinte anos que ela revelara seu segredo.
Ficar sem abrir a boca por todo esse tempo não poder sentar-se á mesa isso é terrível.
Um dia ela ficou doente entre a vida e a morte.
Todos desesperados não sabiam o que fazer.O médico disse que ela não viveria muito tempo.
Chamaram o padre. A mulher se confessou e recebeu a extrema unção e um conselho do padre.
Deveria lavar sua alma e relatar tudo o que havia confessado a ele.
A mulher como já se considerava no reino do céu chamou o marido e disse-lhe:-"Me perdoe,não quero morrer com esse pecado tenho um segredo para lhe confessar.
O marido disse -"não precisa contar pois você é uma mulher virtuosa e seu pecado deve ser uma bobagem.Fique tranquila!
Mas a mulher insistiu muito pois tinha medo de morrer com esse pecado pois o padre disse que só a absolveria depois dela falar ao marido.
A pobre insistiu muito e contou que uma vez havia se apaixonado pelo seu cunhado e ele também por ela. Que ela fora feliz com ele , recebera muita atenção e haviam consumado seu amor.
O marido ficou possesso, chamou toda a família, os filhos os vizinhos e o irmão.
Falou que ela era pior que prostituta e que deveria morrer!A mulher como que por encanto não morreu sarou completamente.E vivia assim como se não estivesse ali.Quando chegava alguém ela tinha que se recolher ao seu quarto e os filhos contavam a sua infelicidade. Todos a xingavam de maldita, prostituta e outros nomes que não posso dizer.Quando fiquei sabendo do caso , fazia mais de vinte anos que ela revelara seu segredo.
Ficar sem abrir a boca por todo esse tempo não poder sentar-se á mesa isso é terrível.
domingo, 17 de janeiro de 2016
Barão da Mata
PEQUENA CIDADE / DEVASTAÇÃO DE MINAS
PEQUENA CIDADE DE MINAS
A terra
fresca
e o seu cheiro bom de vida.
Suor
dos homens
e os anseios das mulheres.
As mãos
de fêmea
salpicando a terra escura
de amor,
sementes
e de sonhos de futuro.
Os homens,
gozo
e a vida se plantando
em noites
calmas,
nas entranhas das mulheres.
Manhã,
os sinos,
os fiéis e a ladainha.
O sol,
a praça,
as crianças, brincadeiras.
A gente,
as vozes,
multidão que acende o dia.
Mocinhas
belas
e seus sonhos tão românticos.
Ah, Deus!
Mas como é belo o dia!
Como é bela a rua, a gente
e esse verde exuberante
e tão vivo desses campos!
Como tudo é, Deus, tão belo!
Salve, Deus, Minas Gerais!
2011
II
(DEVASTAÇÃO DE MINAS)
Fiz um poema
com suor, com terra e Minas,
com igreja, praça e e povo,
mas os demônios
devastaram chãos e gentes,
destruíram mata e bichos,
e viu-se Minas
convertida em pura lama,
soterrada em venenosos minerais.
Sei que os maus homens
Que contemplam sempre os ricos
lhes serão muito indulgentes,
mas não, meu Deus,
perdoeis jamais os torpes
nem tenhais misericórdia,
pois os infames
laceraram meu poema,
e um inferno nasceu, descomunal.
PEQUENA CIDADE DE MINAS
A terra
fresca
e o seu cheiro bom de vida.
Suor
dos homens
e os anseios das mulheres.
As mãos
de fêmea
salpicando a terra escura
de amor,
sementes
e de sonhos de futuro.
Os homens,
gozo
e a vida se plantando
em noites
calmas,
nas entranhas das mulheres.
Manhã,
os sinos,
os fiéis e a ladainha.
O sol,
a praça,
as crianças, brincadeiras.
A gente,
as vozes,
multidão que acende o dia.
Mocinhas
belas
e seus sonhos tão românticos.
Ah, Deus!
Mas como é belo o dia!
Como é bela a rua, a gente
e esse verde exuberante
e tão vivo desses campos!
Como tudo é, Deus, tão belo!
Salve, Deus, Minas Gerais!
2011
II
(DEVASTAÇÃO DE MINAS)
Fiz um poema
com suor, com terra e Minas,
com igreja, praça e e povo,
mas os demônios
devastaram chãos e gentes,
destruíram mata e bichos,
e viu-se Minas
convertida em pura lama,
soterrada em venenosos minerais.
Sei que os maus homens
Que contemplam sempre os ricos
lhes serão muito indulgentes,
mas não, meu Deus,
perdoeis jamais os torpes
nem tenhais misericórdia,
pois os infames
laceraram meu poema,
e um inferno nasceu, descomunal.
terça-feira, 28 de julho de 2015
VERSOS QUIXOTESCOS - Barão da Mata.
VERSOS QUIXOTESCOS
Não me importa a que distância está de mim,
Não importa a condição civil que tem:
Tenho o mar pra lhe mostar em minha terra
E um poema enamorado que lhe fiz.
Não importa a condição civil que tem:
Tenho o mar pra lhe mostar em minha terra
E um poema enamorado que lhe fiz.
Não remoa as mágoas vindas do passadoNem o ódio se este pulsa em suas veias,
Se a canção que lhe dedico é tão bonita
E cantada numa voz angelical.
Não permita que a dor rasgue esse seu peito,
Se o seus olhos tão vivazes me fascinam
E a beleza do seu rosto engimático
Faz que eu queira desvendá-la por inteiro.
Se o seus olhos tão vivazes me fascinam
E a beleza do seu rosto engimático
Faz que eu queira desvendá-la por inteiro.
Faço versos tão singelos pra afagá-la,
Poesias que traduzem que me atiro
À loucura deste intenso sentimento
De uma forma juvenil, trascendental.
Poesias que traduzem que me atiro
À loucura deste intenso sentimento
De uma forma juvenil, trascendental.
Tenho sóis, luares, praças pra mostrar,
Tenho luzes de artifício em noites belas
E uma cama como feita pro seu corpo,
E um amor maior que eu mesmo pra lhe dar.
Tenho luzes de artifício em noites belas
E uma cama como feita pro seu corpo,
E um amor maior que eu mesmo pra lhe dar.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
CERIMONIA - Barão da Mata
CERIMÔNIA
A autoridade tão esperada chegou.
As pessoas se agitaram, aplaudiam,
Sorriam como competentes prostitutas
Ofertando-se aos homens passantes.
As pessoas se agitaram, aplaudiam,
Sorriam como competentes prostitutas
Ofertando-se aos homens passantes.
A figura central começou o discurso:
Fala vã em elegante linguagem.
Os olhos dos assistentes brilhantes,
Sorrisos de plástico concordantes.
Fala vã em elegante linguagem.
Os olhos dos assistentes brilhantes,
Sorrisos de plástico concordantes.
Aglomerado de gente, roupas de caros tecidos.
Aplausos, reverências, emoções fabricadas,
Garçons circulando, drinques pedantes,
Gente interesseira traçando projetos.
Aplausos, reverências, emoções fabricadas,
Garçons circulando, drinques pedantes,
Gente interesseira traçando projetos.
O silêncio tomava conta de mim,
Porém, maior que o silêncio era o desprezo,
O fastio, a náusea, o impaciente tédio.
Saí pelas ruas idolatrando os indigentes
Tão cheios de verdade a se deitar nas calçadas.
Porém, maior que o silêncio era o desprezo,
O fastio, a náusea, o impaciente tédio.
Saí pelas ruas idolatrando os indigentes
Tão cheios de verdade a se deitar nas calçadas.
Encontrei um cachorro, estalei os dedos,
E o bichinho veio logo buscar um carinho
Das minhas mãos imundas de humano.
Fiquei imaginando uma sociedade diversa,
Que tivesse a elevação moral dos cachorros.
E o bichinho veio logo buscar um carinho
Das minhas mãos imundas de humano.
Fiquei imaginando uma sociedade diversa,
Que tivesse a elevação moral dos cachorros.
Barão da Mata
www.baraodamata.blogspot.com.br
www.baraodamata.blogspot.com.br
domingo, 7 de junho de 2015
A GOIABA DA DISCÓRDIA - Maria Lúcia Inocêncio Camargo
Em minhas andanças por Minas Gerais fui a um supermercado
em Belo Horizonte e vi algumas frutas muito bonitas .
Comprei maçãs, peras ,uvas e goiabas.
Sou louca por goiabas e aquelas eram bem grandes,brancas,minhas preferidas e caríssimas.
Quando cheguei na casa onde estava hospedada coloquei as frutas na fruteira e ofereci para todos que estavam na casa.
Logo só sobraram as goiabas.
Eu estava comendo uma quando a dona da casa chegou.
Assim que ela viu as goiabas chamou a pessoa que havia nos convidado e ficou cochichando durante alguns segundos.
A moça saiu de perto dela batendo os pés e gritando:-ela não
gosta de goiabas.
Pegou as que estavam na fruteira e jogou no lixo
tirou bruscamente a que eu estava comendo e jogou também.
Não preciso dizer que eu odiei as duas mas não disse nada.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
CHUVA -Maria Lúcia Inocêncio Camargo.
Cai uma chuva fininha,
Os passarinhos estão contentes,
E fazem uma algazarra grande.
Parece que estão saudando
A natureza.
O solo encontrasse molhado
E um suave perfume de terra
Envolve toda a cidade.
O céu está nublado,
Vejo uma casinha branca
Ao longe...
Nem me atrevo á chegar á
varanda.
Todo mundo fala baixinho
Com medo de assustar a chuva.
Os passarinhos estão contentes,
E fazem uma algazarra grande.
Parece que estão saudando
A natureza.
O solo encontrasse molhado
E um suave perfume de terra
Envolve toda a cidade.
O céu está nublado,
Vejo uma casinha branca
Ao longe...
Nem me atrevo á chegar á
varanda.
Todo mundo fala baixinho
Com medo de assustar a chuva.
domingo, 12 de outubro de 2014
CARTA Á MINHA MÃE -. Maria Lúcia Inocêncio Camargo
Hoje é dia da Senhora Aparecida e foi nesse dia há 15 anos atrás que minha mãe se foi para o outro lado da vida!
Ás vezes esqueço que ainda não há telefone entre lá e cá e só posso matar as saudades nos meus sonhos!
Mamãe , você foi uma das minhas almas gêmeas! Ainda amo você muito.
Lembro de você todos os dias .Seus sábios conselhos estão em minha memória!
Quando você se foi, senti raiva pois você me disse que não desejava mais viver! Confesso que achei covardia! E me senti traída mais uma vez. Hoje,eu entendo melhor o seu ponto de vista pois não é fácil viver neste mundo!
Duas perdas importantes em um mesmo ano não é fácil.Primeiro sua separação após 53 anos de casada, depois a morte de sua irmã em 29 de agosto. Foi demais para você!
Mamãe antes de você partir disse-me que sentia muita pena de mim porque eu sofreria muito em minha vida pessoal,pois meu marido era uma pessoa muito egoísta e ainda não tinha cortado o cordão umbilical com sua família de nascimento! Tenho certeza que você sabe que eu me desfiz de tudo que me traria tristeza !
Tudo que eu prometi a você fazer,eu fiz! Guardo muito bem seus conselhos!
Não acredito que a gente durma nesse plano!
Também não acredito que tudo aí é igual ao nosso mundo com hospitais ,enfermarias,ônibus e trem!
Acho mesmo que isso é algo que nunca saberemos pois é um segredo de Deus!
A saudade é infinita.
Ás vezes esqueço que ainda não há telefone entre lá e cá e só posso matar as saudades nos meus sonhos!
Mamãe , você foi uma das minhas almas gêmeas! Ainda amo você muito.
Lembro de você todos os dias .Seus sábios conselhos estão em minha memória!
Quando você se foi, senti raiva pois você me disse que não desejava mais viver! Confesso que achei covardia! E me senti traída mais uma vez. Hoje,eu entendo melhor o seu ponto de vista pois não é fácil viver neste mundo!
Duas perdas importantes em um mesmo ano não é fácil.Primeiro sua separação após 53 anos de casada, depois a morte de sua irmã em 29 de agosto. Foi demais para você!
Mamãe antes de você partir disse-me que sentia muita pena de mim porque eu sofreria muito em minha vida pessoal,pois meu marido era uma pessoa muito egoísta e ainda não tinha cortado o cordão umbilical com sua família de nascimento! Tenho certeza que você sabe que eu me desfiz de tudo que me traria tristeza !
Tudo que eu prometi a você fazer,eu fiz! Guardo muito bem seus conselhos!
Não acredito que a gente durma nesse plano!
Também não acredito que tudo aí é igual ao nosso mundo com hospitais ,enfermarias,ônibus e trem!
Acho mesmo que isso é algo que nunca saberemos pois é um segredo de Deus!
A saudade é infinita.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Sobre a novela das oito -Maria Lúcia Inocêncio Camargo
Sobre a novela das oito da Globo.Eu acho essa mãe muito mal resolvida!Como ela acha que o Laerte está beijando a filha pensando nela
.Como esse marido dela pode ser tão banana e ficar com ela sabendo que ela gosta do Laerte?Que não o esqueceu?
Como o Laerte vai para a casa da Shirley sabendo que ela está a fim dele?Está tudo errado!
E a louca da irmã da Helena que tem uma fixação na filha do marido?
E o ex-marido dela que foi morar na casa da irmã dela e a qualquer espirro ele vai oferecer seus préstimos?
A filha da Helena é a mais coerente para mim pois na verdade ela não viveu a história da mãe dela e pelo que entendi o assunto era tabu na familia.Não foi digerido.
E o pai dela quebrando a cara do Laerte porque ele vai casar?
Deveria quebrar a cara se ele não assumisse!
Façam-me o favor!
Quanto ao Gabriel Braga Nunes eu sempre o achei lindo com aqueles olhos azuis e sempre desejei que ele fosse contratado pela Globo e estrelasse uma novela global.
Só que infelizmente ele está horrível nessa novela.
O cabelo desgrenhado,a pele horrivel e a Globo nunca conseguiu ninguem fazer que está tocando se a pessoa não sabe nem segurar o instrumento, no caso uma flauta?
Ele assopra e a boca nem mexe!
Ele é um ator experiente!Não sei o que acontece!
A Bruna Marquezine está se saindo muito bem .
quarta-feira, 26 de março de 2014
Música de Vitor e Léo
Eu te dei o ouro do sol, a prata da lua
Te dei as estrelas pra desenhar o teu céu
Na linha do tempo, o destino escreveu
Com letras douradas
Você e eu
Há quanto tempo eu esperava
Encontrar alguém assim
Que se encaixasse bem nos planos
Que um dia fiz pra mim
Você e eu
Vou dizer
Que nessas frases tem um pouco de nós dois
E não deixamos o agora pra depois
Quando te vejo eu me sinto tão completo
Por onde vou
E nesses traços vou tentando descrever
Que mil palavras é tão pouco pra dizer
Que o sentimento muda tudo, muda o mundo
Isso é o amor
Na linha do tempo, o destino escreveu
Com letras douradas
Você e eu
Há quanto tempo eu esperava
Encontrar alguém assim
Que se encaixasse bem nos planos
Que um dia fiz pra mim
Você e eu
Vou dizer
Que nessas frases tem um pouco de nós dois
E não deixamos o agora pra depois
Quando te vejo eu me sinto tão completo
Por onde vou
E nesses traços vou tentando descrever
Que mil palavras é tão pouco pra dizer
Que o sentimento muda tudo, muda o mundo
Isso é o amor
Que nessas frases tem um pouco de nós dois
E não deixamos o agora pra depois
Quando te vejo eu me sinto tão completo
Por onde vou
E nesses traços vou tentando descrever
Que mil palavras é tão pouco pra dizer
Que o sentimento muda tudo, muda o mundo
Isso é o amor
Isso é o amor
Isso é o amor
Amor
Link: http://www.vagalume.com.br/victor-leo/na-linha-do-tempo.html#ixzz2x5GTQTaX
Te dei as estrelas pra desenhar o teu céu
Na linha do tempo, o destino escreveu
Com letras douradas
Você e eu
Há quanto tempo eu esperava
Encontrar alguém assim
Que se encaixasse bem nos planos
Que um dia fiz pra mim
Você e eu
Vou dizer
Que nessas frases tem um pouco de nós dois
E não deixamos o agora pra depois
Quando te vejo eu me sinto tão completo
Por onde vou
E nesses traços vou tentando descrever
Que mil palavras é tão pouco pra dizer
Que o sentimento muda tudo, muda o mundo
Isso é o amor
Na linha do tempo, o destino escreveu
Com letras douradas
Você e eu
Há quanto tempo eu esperava
Encontrar alguém assim
Que se encaixasse bem nos planos
Que um dia fiz pra mim
Você e eu
Vou dizer
Que nessas frases tem um pouco de nós dois
E não deixamos o agora pra depois
Quando te vejo eu me sinto tão completo
Por onde vou
E nesses traços vou tentando descrever
Que mil palavras é tão pouco pra dizer
Que o sentimento muda tudo, muda o mundo
Isso é o amor
Que nessas frases tem um pouco de nós dois
E não deixamos o agora pra depois
Quando te vejo eu me sinto tão completo
Por onde vou
E nesses traços vou tentando descrever
Que mil palavras é tão pouco pra dizer
Que o sentimento muda tudo, muda o mundo
Isso é o amor
Isso é o amor
Isso é o amor
Amor
Link: http://www.vagalume.com.br/victor-leo/na-linha-do-tempo.html#ixzz2x5GTQTaX
domingo, 23 de março de 2014
EU PODERIA AMAR - BARÃO DA MATA
EU PODERIA AMAR
Eu poderia amar,
mas amar tão infinita, tão candentemente,
que o mundo se tornasse uma lira de cálida doçura.
Eu poderia odiar,
mas odiar tão intensa, ardentemente,
que eu me aguerrisse e que matasse com a gana de animal enfurecido.
Eu poderia sorrir,
mas sorrir tão franca, alegremente
como o mais feliz dos homens deste mundo.
Eu poderia chorar,
mas chorar com tamanho sofrimento,
como se a ferida do meu peito fosse o tempo todo revolvida.
mas amar tão infinita, tão candentemente,
que o mundo se tornasse uma lira de cálida doçura.
Eu poderia odiar,
mas odiar tão intensa, ardentemente,
que eu me aguerrisse e que matasse com a gana de animal enfurecido.
Eu poderia sorrir,
mas sorrir tão franca, alegremente
como o mais feliz dos homens deste mundo.
Eu poderia chorar,
mas chorar com tamanho sofrimento,
como se a ferida do meu peito fosse o tempo todo revolvida.
Mas o momento é para sentimentos comedidos,
sempre hora de pensar no pão, na agenda e na política.
Sempre tempo de astúcia para firmar posição ou subir algum degrau.
Triste vida onde as paixões devem ser contidas,
as emoções, dosadas e os desejos, reprimidos
em prol de um mundo árido de comoções e sensações,
onde as almas dos homens têm de ser desertas,
nuas de vida e de cores, cinzentas como o concreto dos viadutos que desumanizam as cidades.
sempre hora de pensar no pão, na agenda e na política.
Sempre tempo de astúcia para firmar posição ou subir algum degrau.
Triste vida onde as paixões devem ser contidas,
as emoções, dosadas e os desejos, reprimidos
em prol de um mundo árido de comoções e sensações,
onde as almas dos homens têm de ser desertas,
nuas de vida e de cores, cinzentas como o concreto dos viadutos que desumanizam as cidades.
Barão da Mata
sábado, 8 de março de 2014
MULHER - Betânia Uchôa
Mulher
Que eu seja sempre mulher,
De muitas ou poucas palavras,
Que busca e chora, mas luta.
Que seja eu sempre mulher...
Que eu ame com paixão,
Mesmo que esse sentimento,
Se acabe amanhã, um fim.
Que seja eu mesmo assim...
Que seja eu sempre mulher,
Uma mãe ou esposa,
Uma filha, uma patroa.
Que seja eu mesma assim...
Que eu chore e ria de alegria,
Que eu console, que tenha empatia,
Mas que sorria, sempre sorria.
Pois que eu seja uma fantasia...
Que seja eu sempre mulher
Para dar vida sempre, eterna alegria.
Que seja eu sempre assim...
Uma mulher, uma poesia.
-Betânia Uchôa-
terça-feira, 4 de março de 2014
A IDADE DE SER FELIZ - Desconhecido.
A IDADE DE
SER FELIZ
Desconhecido.(Quem
conhecer o autor por favor me informe.)
Existe
somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma
época na vida de cada pessoa
em que é
possível sonhar e fazer planos
e ter
energia bastante para realizá-las
a despeito
de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade
para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar
tudo com toda intensidade
sem medo,
nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada
em que a gente pode criar
e recriar a
vida,
a nossa
própria imagem e semelhança
e vestir-se
com todas as cores
e
experimentar todos os sabores
e
entregar-se a todos os amores
sem
preconceito nem pudor.
Tempo de
entusiasmo e coragem
em que todo
o desafio é mais um convite à luta
que a gente
enfrenta com toda disposição
de tentar
algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas
vezes for preciso.
Essa idade
tão fugaz na vida da gente
chama-se
PRESENTE
e tem a
duração do instante que passa.
domingo, 2 de março de 2014
É CARNAVAL - Claudia De Villar
É Carnaval
É a festa, a folia
A magia, a fantasia
A paixão sem endereço
É o beijo sem preço
Um sorriso aberto
As mãos bem perto
A loucura das aventuras
A descontração nas alturas
As verdades inventadas
As mentiras criadas
O perdão aparecendo
A reconciliação vencendo
É a coragem que vem
As vontades, também
É a festa da carne
A exaltação do charme
O descompromisso com a dor
A união com o amor
A força do sim
A fraqueza do não
O descompasso dos passos
O poder do abraço
O fim de todo mal
É carnaval!
A magia, a fantasia
A paixão sem endereço
É o beijo sem preço
Um sorriso aberto
As mãos bem perto
A loucura das aventuras
A descontração nas alturas
As verdades inventadas
As mentiras criadas
O perdão aparecendo
A reconciliação vencendo
É a coragem que vem
As vontades, também
É a festa da carne
A exaltação do charme
O descompromisso com a dor
A união com o amor
A força do sim
A fraqueza do não
O descompasso dos passos
O poder do abraço
O fim de todo mal
É carnaval!
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