Você que gosta de poesia,em forma de letras de músicas ou não e não sabe onde encontrar,
não se preocupe, aqui encontrou o lugar certo.
Poetas brasileiros e portugueses consagrados.
Somos bastante ecléticos para publicar autores conhecidos e nem tanto.
O espaço está aberto para todos pois é bastante democrático.
A primavera veio mais cedo Não veio só, Chegou acompanhada De sorrisos, De esperança De uma nova vida Repleta de sonhos Querendo harmonia. Chegou Disse tudo o que espera. Falou do passado. Falou do presente. De como quer o futuro.
De seu medo de não saber... Do tempo que esperou... Falou... Falou...Falou!
De repente, Seu braço abraçou Tremeu, Quedou-se. E foi uma exuberância De cores, flores e cheiros.
O CHAMADO DAS BORBOLETAS (Victtoria Rossini) . _ "Quantas asas precisaremos Para juntas erguermos o mundo?" . Bandos de borboletas sonhadoras Pairam sobre a terra Com o coração cheio de esperança . Suas asas fluorescentes Estão cheias de sementes Que espalham sobre o mundo . Com dificuldades, mas com delicadeza Conectam o planeta Aos seus corpinhos de luz. Quem quiser ajudar Que emita um sorriso Abra os braços Estenda suas asas-mãos E junte-se a nós... . Venham irmãs... Vamos voar! O universo conta conosco É hora de transformar!
Para o meu amor! Sorte foi conhecer você e ter partilhado sua vida! Obrigada por tudo.
Lucky (feat. Jason Mraz) Colbie Caillat Composição: Jason Mraz Do you hear me talking to you Across the water across the deep blue ocean Under the open sky oh my, baby I'm trying
Boy I hear you in my dreams I feel you whisper across the sea I keep you with me in my heart You make it easier when life gets hard
I'm lucky I'm in love with my best friend Lucky to have been where I have been Lucky to be coming home again Oooohhhhoohhhhohhooohhooohhooohoooh
They don't know how long it takes Waiting for a love like this Every time we say goodbye I wish we had one more kiss I wait for you I promise you, I will
I'm lucky I'm in love with my best friend Lucky to have been where I have been Lucky to be coming home again I'm lucky we're in love every way Lucky to have stayed where we have stayed Lucky to be coming home someday
And so I'm sailing through the sea To an island where we'll meet You'll hear the music, fill the air I put a flower in your hair
And though the breeze is through the trees Move so pretty you're all I see As the world keeps spinning round You hold me right here right now
I'm lucky I'm in love with my best friend Lucky to have been where I have been Lucky to be coming home again I'm lucky we're in love every way Lucky to have stayed where we have stayed Lucky to be coming home someday
Fim de verão começo de outono, Você se foi inesperadamente. Foi tão triste a despedida. E, então o inverno se instalou.
Foram dias e noites de agonia, Dias feios, sem sol ou alegria. A natureza cúmplice da saudade, Trouxe ventos uivantes, Folhas caídas, amareladas, Árvores desnudas, frio cortante. O silêncio dos pássaros. Então, de repente, as arvores Enfeitaram-se com várias folhas, Os pássaros começaram sua dança E o amor invadiu a praça. E de repente, as flores se abriram E era a primavera chegando!
Noções de mim mesma . Entre mim e você, há uma estrada Larga, fina, comprida e deserta, Que impede meus pés de chegar mais cedo, tornando meus sonhos longínquos. Entre mim e o futuro, há o tempo castigando. Há uma vista constante pelo espelho, Onde visualizo as minhas mudanças. Entre mim e o sonho, há o escuro, Com a mente procurando uma brecha na luz. Fazendo a mente passear, imaginando constelações. Entre mim e o mundo, há o medo, o desejo, a aventura, e nesta aventura encontro o presente, Onde me recolho, encontrando o infinito de mim mesma. Contemplo o inesperado e surpreendo-me com essa calma, Pois ainda sou eu mesma, Eu estou aqui e agora. . Betânia Uchôa
LARGUEAR ..................... http://juleniandradepoemas.blogspot.com/ ..................... Quero alcançar-me, como quero por minhas garras nas estrelas, tê-las como amigas. Desejo estar no mais profundo do meu mundo e dos universos que não vejo.
Almejo sonhar todos os sonhos, levantar toda poeira, banhar-me nas luas.
Então, depois de tudo... virá o máximo. Sem amarras, sem marcar o passo, Sem limites ou fronteiras. Fim de todas as barreiras impostas pela realidade. ............................... JULENI ANDRADE ==============
Quando penso em nossa noite ardente, E sinto o teu perfume ainda no travesseiro Vêm as lembranças, lanças, no alvo certeiro Que passam pela minha mente, sobrevivente.
São sensações que chegam devagar à mente Contabilizando os dias passados em Janeiro, Fazem meu coração tremer e suspirar arteiro, Imaginando outros momentos à nossa frente.
Teu perfume ficará guardado em suspense, Para quando eu o buscar ao longe, e pense Que foi alguns momentos que fiquei a ansiar,
Enquanto a rotina seguir assim até mais tarde, Que eu possa contigo sonhar, e o corpo arde Na espera agonizante de vê-lo, fico a fantasiar.
Betânia Uchoa
Querida Betânia, peço-lhe a permissão de dedicar esse poema ao meu grande amor. Á você que não sai do meu pensamento. Te amo.
E eles nos obrigaram a jantar à mesa , bem diferente dos outros pais que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Eles insistiam em saber onde estávamos a toda hora.
Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Papai insistia para que lhe disséssemos com quem iríamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles "violaram as leis do trabalho infantil".
Nós tínhamos de tirar a louça da mesa, arrumar as nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruel. Eu acho que eles nem dormiam à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Eles insistiam conosco para que disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Enquanto todos podiam sair à noite aos 12, 13 anos, tivemos que esperar pelos 16. O papai esperava por pés em casa para saber se a festa foi boa, só para ver como estávamos ao voltar.
Nossos amigos dirigiam o carro dos pais mesmo sem ter habilitação, mas nós tivemos que esperar os 18 anos para aprender, como pede a lei.
Por causa de nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em violação de propriedade, em atos de vandalismo ou violência, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa deles.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo de tudo para sermos "PAIS MAUS" como os nossos foram.
Quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar as balas que tiraram do supermercado e dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem, e queremos pagar”.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, por duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo: Eu os amei suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso, em alguns momentos até me odiaram.
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estamos contentes, vencemos! Porque, no final, vocês venceram também! E, em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficientes para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se seus pais eram bons ou maus, meus filhos vão dizer: "Sim, nossos pais eram maus. Eram os pais mais malvados do mundo”.
As outras crianças comiam doces no café e nós, tínhamos de comer pão, frutas e vitaminas. As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvete no almoço, e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne e legumes.
Publico pois meus pais foram assim e eu fui assim também.
Amar os filhos é saber dizer NÃO quando necessário.
Pai, me dê um abraço Mesmo que teus braços Já não suportem o meu peso. Pai, me dê um carinho Mesmo que tuas mãos Sejam ásperas de tantos calos. Pai, me dê um beijo Mesmo que seus lábios Não tenham firmeza. Pai, me dê um sonho Mesmo que os teus Tenham se perdido no tempo. Pai, me dê um sorriso, Um só me basta Para que eu sinta o teu amor. Meu pai, meu porto seguro De gestos trêmulos E olhar firme. Pai, simplesmente te amo e já não quero crescer para não me perder de você.
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Eu te dei a Lua e você sempre me mostra a Lua Cheia. Amo você na chegada. Amo você na partida. Amo muito você meu Amor! E sei que seu último pensamento na hora de dormir é para mim. Te amo demais.
Que hoje eu te amo não vou negar... Tem que ser você...,sem ser necessário entender... Te amo muito mais cada vez que eu lembro como sou tratada por você. Para você a Lua que você me mostrou. Beijos.
Era uma vez uma menininha muito linda com seus cachinhos e vestidinhos de renda. Seus pais a adoravam, mas não conheciam ou fingiam não conhecer seu coraçãozinho. A menininha ganhava um pacotinho de balas e não dividia com seus irmãozinhos. Cortava cada balinha em pedacinhos para comer um pedacinho por dia e perguntava para a mãezinha:- “Mamãe, quantos dias tem a semana? Tem sete, filhinha” e ela cortava cada balinha em sete pedacinhos, um para cada dia da semana. Que gracinha,os pais diziam,vejam como ela é econômica,divide cada balinha do pacote para comer um pedacinho por dia.E ela muito paciente esperava os irmãos chuparem as balas inteiras,uma por dia.Quando as balinhas dos seus irmãos acabavam ela pegava as do seu pacotinho que não estavam cortadas e ficava se deliciando ,sem lhes dar um pedacinho! Os pais não diziam divida com seus irmãos porque ela era muito econômica e tinha o direito de chupar sua bala sozinha. E o sorriso que ela dava já dizia a que ela vinha.
Parte II Depois a menininha cresceu um pouquinho mais e não era amiga de crianças, era amiga de mulheres adultas que iam à sua porta conversar com ela. Os pais diziam:-“deixa que ela tenha amigas,mesmo que casadas e velhas,pois ela não sai de casa,elas “É que vem aqui”. Quando a menininha entrou na escola e recebia o boletim com notas baixas, ela falsificava a assinatura dos pais. Eles diziam ela não fez por mal,ficou com medo! E ela olhava para eles com uma cara tristonha de dar dó. Para os irmãos ela dizia:-“Como são bobinhos!Eu sei como fazer!”E dava um sorriso de vitória. Certa vez ela foi suspensa da aula por quinze dias e veio um recado para os pais. Ela falsificou a assinatura dos mesmos e até hoje os pais não sabem aonde ela ficou ou o que fez no horário das aulas que não assistiu.A mãe a levava na escola todos os dias e ia buscar e ela lá estava na porta no horário exato.E quando chegava em casa olhava e sorria para os irmãos que não tinham coragem de fazer o mesmo. O pai era branco, a mãe morena. Ela puxara a cor da mãe. Quando a mãe chamava a atenção dela por algum motivo, ela não dizia uma só palavra. Sentava nos degraus da casa e ficava esperando o pai. Da casa dela dava para ver a estação de trem e quando o trem chegava ela esperava o pai aparecer na subida do morro e começava a chorar.A mãe preocupada dizia:-“O que aconteceu filhinha “e ela nada falava,só chorava.
Parte III Quando o pai entrava em casa e via a menininha chorando logo perguntava:- “o que aconteceu?” E ela com duas lágrimas caindo pelos meigos olhos respondia:- “A mamãe brigou comigo”. “Sabia”, dizia ele,ela brigou com você porque você é “negrinha, ela não gosta de você, só gosta dos filhinhos brancos dela. “Vem para o colo do papai, eu vou brigar com ela”. E ela olhava para a mãe e os irmãos e seu olhar dizia, vejam como eu faço. Eu sei manipular as pessoas. E na frente dela desautorizava a mulher que era submissa á ele, pois ele era o provedor, o senhor da casa e ela tinha que obedecer calada. Depois de algumas tentativas para educar a filha sem sucesso e com a ordem expressa do pai em só chamar a atenção daquela filha na presença dele, ela se submeteu. Ai á menininha foi crescendo e achando que os irmãos e o mundo tinham que se curvar á ela que era “a princesinha do papai”.
Parte IV Ela dizia para os irmãos que eles eram adotados e só ela era a filha verdadeira, pois só ela tinha a pele morena. Um dia, já cansados do chororô dos outros filhos, eles mostraram as certidões de nascimento deles. Eles leram.Depois que saíram de perto dos filhos pensando ter resolvido o problema, ela chegou-se á eles dizendo:-“Eu sabia que meus pais não assumiriam a adoção.Mas eles mostraram as certidões,você não viu?E ela só disse:-“De pena.Vocês são tão bobinhos.Vocês são adotados”. E assim ela virou moça, casou fazendo chantagem, os pais deram uma casa para ela, mas ela não queria morar naquele bairro. Quando o marido perdeu o emprego e ela estava grávida aproveitou-se da ocasião e voltou para a casa dos pais.Pediu o quarto maior para ela pois estava grávida e não contente transformou a vida da irmã em um inferno pois queria o quarto da mesma para fazer o quarto do bebê. A irmã então foi trabalhar fora da cidade dela para que a outra pudesse preparar o quartinho infantil. Um dia antes de isso acontecer ela deu uma tapa na cara da irmã que estava penteando-se sentada nem frente á penteadeira. Apareceu na porta, a irmã olhou para ver quem era e perguntou o que está olhando? E partiu para cima da que estava sentada. A mãe viu!A solteira disse para a mãe você não vai fazer nada?A mãe respondeu com um dar de ombros dizendo:- “Ela está grávida”, dando o caso por encerrado. A outra viu que estava demais na casa e mudou para outra cidade. Assim foi com marido, com os filhos, com a vida. Ela sempre teve o que quis, nunca trabalhou, sempre manipulou. Um dia quando ela era pequena, perturbou tanto a irmã que aquela jogou um punhado de farinha de trigo na irmã que havia passado dos limites. Isso bastou para que ela perseguisse a irmã até os dias de hoje .
Você passou por minha vida Tão rapidamente! Mas deixou muitas recordações. Devolveu-me a adolescência. Riu e chorou comigo. Ouviu e contou segredos! Com você aprendi a ser eu mesma. Aprendi a dizer não! Mas o que mais aprendi É ser muito seletiva Em com quem partilhar minha vida! Quando temos qualquer coisa Qualquer outra coisa serve Mas quando temos o melhor, Não podemos querer o menos!